Há alguns meses bani a televisão que tinha no quarto e cortei relações com a programação imposta. No lugar disto, assisto filmes e séries em um monitor 19″ wide, todas as noites, sem exceção; na ordem que quero, quando quero e o que estou a fim de ver entre o conteúdo disponível na web.

Não sou dos que decoram nomes de estúdios, atores ou sabe que aquele produtor executivo medíocre dos anos noventa agora trouxe um grande sucesso. Gosto de filmes, de cinema, de séries de tevê; gosto de assistir e de opinar. Não saber o nome dos atores (e, convenhamos, sou ruim até pra decorar números de telefone, a cara do vizinho e por vezes não sei nem o dia da semana em que estamos) não inabilita a percepção de uma atuação fraca ou soberba.

Não pretendo um repositório de resenhas cinematográficas, mas o registro dos filmes e séries que vi, a data e uma breve opinião. Utilidade é um conceito supervalorizado.